Paulo de Carvalho foi talvez vítima da palhaçada que se instalou à frente do palco da Pontinha em Faro.
Uma exótica figura exuberava como se as músicas daquele tempo não tivessem o propósito de servir um espectáculo memória do 25 de Abril – era o que dizia o prospecto de divulgação ilustrado por cravos vermelhos.
Ninguém teve coragem de mandar a criatura para o seu devido lugar que obviamente não pertencia naquele cenário. Ficámos todos mal. Muito mal como canta o realejo! É que a pequena história da Coca-Cola devia ter outro lugar que não aqui a azedar a noite inicial da grande história.
Publicado por Inês