Comprei no vizinho chinês um ‘jarro graduado’ faplana, fabricado em Portugal. Super fixe!
A caixa nem pestanejou a fazer um troco - uma nota de 20 e uma moeda de 1 para pagar a conta de 6 euros. Aquilo que na caixa do super seria uma confusão “não, deixe estar!…” no chinês foi canja!
Reparei que a rapariga chinesa ocupava o tempo entre pagamentos com um livro e espreitei curiosa pois nunca tinha visto um dicionário de chinês-português! e ao lado um caderno, um lápis sobre uma escrita, uma cópia ou uma lista de significados…
perante este sinal da capacidade de integração dos imigrantes chineses, mudei a visão pobrezinha do vizinho chinês . Merecem conquistar um lugar ao sol no mundo global pois fazem por isso (como os portugueses faziam há 500 anos…) mesmo que estejam pura e simplesmente tentando sobreviver